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Encontro Folha de Jornalismo

Acompanhe a cobertura do evento que comemora os 95 anos da Folha com a presença de renomados profissionais da imprensa em oito debates

A Folha celebra seus 95 anos com um ciclo de debates sobre os desafios do jornalismo no século 21 e a crise política e econômica brasileira.

O Encontro Folha de Jornalismo é realizado no MIS (Museu da Imagem e do Som) de São Paulo nesta quinta-feira (18) e sexta-feira (19).

Oito mesas, quatro a cada dia, reúnem alguns dos principais profissionais da imprensa brasileira e internacional. Confira a programação completa.

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  • 12h33  

    "No Brasil há uma permissividade das autoridades com documentos públicos que me parece insustentável no longo prazo. Há coisas que devem ser preservados mesmo", diz Carvalho.

  • 12h31  

    Imagem

    (Da esq. para a dir,: Thiago Herdy, Mônica Bergamo e Mario Cesar Carvalho falam sobre a Lava Jato)

  • 12h29  

    Carvalho afirma que os jornalistas têm um papel limitado nas investigações porque não têm poder de quebrar sigilos bancários, por exemplo, como as autoridades. "Se você cometer um crime para fazer uma reportagem, está jogando fora tudo."

  • 12h22  

    "A Lava Jato também é uma operação geracional, de procuradores novos", diz Herdy.

  • 12h19  

    "Os procuradores têm documentos e informações que até agora não conseguiram ler", diz Herdy, sobre a quantidade de dados coletados na Lava Jato. Para o repórter, existe ainda uma expectativa muito grande do que pode surgir do processamento dessas informações.

  • 12h17  

    "Sinceramente não acho que exista uma partidarização na Lava Jato", diz Carvalho. Para ele, o PT é alvo da investigação porque é o partido que está no poder desde 2003.

  • 12h15  

    Mario Cesar Carvalho, repórter especial da Folha, diz que os investigadores são "muito ciosos da imagem que a operação tem na mídia", e muitas vezes reportagens críticas ao trabalho deles provoca desconforto.

  • 12h09  

    "Você checa, recheca, questiona suas fontes", diz Carvalho sobre como evitar que os jornalistas fiquem reféns apenas das informações dos investigadores da Lava Jato.

  • 12h08  

    Herdy afirma que uma outra inovação da Lava Jato foi a abertura de todos os dados do processo, tanto da acusação quanto da defesa, o que faz uma minoria das reportagens ser fruto de vazamentos de informações.

  • 12h04  

    Carvalho diz ainda que o paradoxo da Lava Jato é que ela provoca ao mesmo tempo bons exemplos de jornalismo, como reportagens que vão além da investigação oficial, e o que há de pior no jornalismo, como campanhas e especulações. "Isso não é jornalismo, isso é fofoca", diz.

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