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25/3/2014 - Bom dia! As ações asiáticas estavam na defensiva nesta terça-feira por incertezas sobre a Ucrânia e a economia mundial, embora esperanças ainda vagas sobre medidas de estímulo na China possam estar sustentando a confiança dos investidores
A Folha encerra por hoje sua cobertura ao vivo do mercado financeiro. Até amanhã!
A companhia de energia Cesp ficou entre os maiores ganhos do Ibovespa no dia, após divulgação de resultado, com avanço de 4,99%; a Cesp teve prejuízo líquido de R$ 990,5 milhões no quarto trimestre de 2013, mas o resultado foi afetado negativamente por provisão relacionada ao fim da concessão da hidrelétrica Três Irmãos; após a divulgação dos números, o UBS manteve sua recomendação neutra para a companhia, mas elevou sua projeção para o preço dos papéis de R$ 22 para R$ 25 em 12 meses; Leia mais
O ganho da Bolsa hoje também foi sustentado pelo bom desempenho dos bancos, após o Credit Suisse ter divulgado perspectivas positivas para o segmento até o fim do ano, em relatório; "A avaliação citou Bradesco e Itaú, mas os demais bancos 'surfaram a onda' de boas avaliações do setor, e subiram", diz Roberto Indech, estrategista da corretora Rico.com.vc; o Itaú Unibanco subiu 2,90%, enquanto Santander teve alta de 2,81% e Bradesco subiu 2,80%; o Banco do Brasil também viu seus papéis subirem, fechando o dia com alta de 0,58%; Leia mais
Os papéis mais negociados da Vale, no entanto, cederam 0,15%, após dados que mostraram o desaquecimento da indústria chinesa; a China é o principal comprador internacional do minério produzido pela companhia brasileira; já as ações mais negociadas da Petrobras deram continuidade ao forte ganho visto na semana passada e subiram 2,71%; esses papéis representam mais de 8% do Ibovespa; Leia mais
A avaliação de analistas consultados pela Folha é de que o alívio é momentâneo e, no médio prazo (até o fim do ano), o mercado de ações e o de câmbio devem se manter pressionados por fatores internos, como a insatisfação dos investidores com a política econômica do governo, e externos, como a retirada do estímulo nos Estados Unidos; Leia mais
O otimismo ajudou o dólar a perder força em relação ao real; o dólar à vista, referência no mercado financeiro, cedeu 0,12%, a R$ 2,320. Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, caiu 0,17%, para R$ 2,322; foi a sexta queda seguida da moeda americana; o Banco Central divulgou hoje que a entrada de dólares no Brasil supera em US$ 5 bilhões a saída de recursos estrangeiros do país em março, segundo dados parciais até o dia 20; essa é a maior entrada mensal desde maio do ano passado (US$ 10,8 bilhões); Leia mais
Na contramão dos mercados internacionais, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (24) em alta pelo sexto dia seguido, diante de uma entrada maior de investidores no país; o avanço foi de 1,29%, para 47.993 pontos; na Europa, as principais Bolsas já haviam fechado em queda de mais de 1%, enquanto nos Estados Unidos os mercados tiveram perdas entre 0,1% e 1,2%; Leia mais
O banco BNP Paribas elevou sua previsão para o preço do petróleo nos Estados Unidos (WTI) em 2014 para US$ 98 por barril, ante US$ 93 anteriormente, citando os altos preços mesmo diante do menor consumo pelas refinarias do país e da alta nos estoques de petróleo bruto; a instituição disse que outro fator de sustentação das cotações é a formação dos preços no polo de Cushing (Oklahoma), onde os estoques estão caindo; o banco manteve a previsão para o Brent em 2014 a US$ 107 por barril
"O Ibovespa (principal índice da Bolsa brasileira) superou o suporte de 45.000 pontos e está chegando a uma resistência de 48.000 pontos. Se ultrapassar os 48.000 pontos, pode chegar a 50.000 pontos. Caso contrário, pode voltar a cair, numa realização de curto prazo", diz João Pedro Brügger, analista da consultoria Leme Investimentos