A Apple apresentou nesta segunda-feira (8) seu novo serviço de música, chamado Music. O serviço, que será lançado em cem países neste mês, mistura elementos de ferramentas de streaming como o Spotify com aspectos de rede social.

The Weeknd apresenta pela primeira vez a música "Can't Feel My Face".
Cook finaliza a sessão, e dá início à conferência, que terá mais de cem sessões para os 5.000 desenvolvedores presentes.
Jackson, que era um dos majoritários donos dos direitos autorais sobre a obra dos Beatles. Infelizmente, o Fab Four não deve figurar entre os artistas possíveis de serem acessados no Apple Music (apesar de "Yesterday" e demais estarem disponíveis para compra no iTunes).
Quando canta nas frequências mais altas, Weeknd lembra muito Michael Jackson.
Abel Tesfaye (que é o The Weeknd) está fazendo a primeira apresentação de uma nova canção neste momento. Novamente, o volume é de acabar com a audição dos presentes.

O Apple Music estará disponível para o sistema Android e no Windows na primavera.
O Music também estará disponível para computadores Mac, claro. Pelo jeito, não falaremos de catálogo. E teremos um show. The Weekend.
Em um pacote "família", uma assinatura de US$ 15 (R$ 47) permitirá que até seis pessoas usem o serviço. Não foram mencionados quais países terão o Music disponível desde o começo, mas é muito provável que o Brasil esteja entre eles. Com um preço diferente, provável, já que Deezer, Rdio e congêneres custam na casa dos R$ 15.
Cem países receberão o Music ainda neste mês para o iOS e para o Windows. US$ 9,99 (R$ 31) por mês, apesar de uma promoção de inauguração com um trimestre grátis.
O iTunes também será integrado ao Music.