A Apple apresentou nesta segunda-feira (8) seu novo serviço de música, chamado Music. O serviço, que será lançado em cem países neste mês, mistura elementos de ferramentas de streaming como o Spotify com aspectos de rede social.
Há uma demonstração do Apple Music no momento. Sua interface é baseada, claramente, no que Rdio e Spotify apresentam hoje. Ainda não falamos sobre contratos com gravadoras, ou número de canções no catálogo.

O Connect possibilita que o artista poste novas músicas, letras em progresso, cenas dos bastidores ou um novo remix.

"Todos os jeitos que você ama música. Todos em um lugfar só".
Drake faz uma crítica à indústria fonográfica. "É improvável que todo artista possa ter uma chance nas gravadoras situadas naqueles arranha-céus em Nova York."
O rapper Drake sobe ao palco para falar sobre o serviço. Ele convoca aplausos para nós mesmos (desenvolvedores, em teoria)
Beats 1 será difundida a partir de Los Angeles, Nova York e Londres. A Apple não foi clara quanto a isso, mas isso deve significar uma versão para cada metrópole. Os artistas terão páginas com conteúdo bastante completo, semelhantemente ao presente no YouTube ou no Facebook, incluindo obra, biografia, shows.
A estação Beats 1 é "a melhor estação de rádio do mundo". Para a Apple. A estação terá conteúdo "pouco explorado, pouco valorizado e pouco conhecido que terá a capacidade de 'estourar seus miolos' [de tão bom, teoricamente]".
O Play Music All Access, do Google, também tem essa capacidade. Além disso, permite o upload de seus arquivos para que sejam reproduzidos por meio de streaming em qualquer lugar. Essa capacidade não foi mencionada (ao menos por enquanto) pela Apple.

A interface do Apple Music é semelhante à do Spotify.

Apple Music é o nome do serviço.