Siga a movimentação do mercado financeiro, análises de especialistas e os principais destaques econômicos que podem influenciar seus investimentos
Banco Central realizou mais cedo um leilão de swap cambial tradicional, que equivale à venda de dólares no mercado futuro; operação já estava prevista pelo plano de intervenções diárias da autoridade no câmbio, com duração até dezembro, visando conter a escalada da moeda americana
"Nesta quinta-feira, os mercados deverão reagir aos dados da agenda econômica dos Estados Unidos, com destaque para seguros desemprego. Os dados da Europa e Brasil completam agenda. As Bolsas asiáticas fecharam em alta e as europeias também operam do lado positivo. Entre as principais commodities [matérias-primas], destaque para a alta do petróleo e do ouro, nesta manhã, por conta da tensão no mercado internacional", diz Silvia Zanotto, analista-chefe da Planner Corretora, em relatório
Dólar à vista, referência no mercado financeiro, cai 0,14% em relação ao real, cotado em R$ 2,350 na venda; dólar comercial, utilizado no comércio exterior, cede 0,21%, a R$ 2,351
Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa brasileira, abre em queda de 0,12%, a 51.650 pontos
5/9/2013 - Bom dia! Ações asiáticas subiram para máximas em três semanas nesta quinta-feira, à medida que os papéis indianos dispararam um dia após o presidente do banco central do país ter anunciado medidas para sustentar a rupia e o setor bancário
A Folha encerra por hoje sua cobertura ao vivo do mercado financeiro. Até amanhã!
Dólar à vista, referência no mercado financeiro, fecha o dia em queda de 1,23% em relação ao real, cotado em R$ 2,354 na venda; dólar comercial, utilizado no comércio exterior, encerra em baixa de 0,16%, a R$ 2,356
Ações da petroleira OGX, de Eike Batista, fecham em queda de 4,76%, maior baixa entre as 73 ações do Ibovespa, para R$ 0,40; em sentido oposto, papéis da Eletropaulo sobem 3,58%, para R$ 8,11, e encabeçam a lista dos maiores ganhos do índice no dia
Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa brasileira, fecha em leve alta de 0,18%, a 51.716 pontos; investidores mantiveram cautela ao longo de todo o dia diante do possível conflito de potências ocidentais contra o regime sírio e a perspectiva de corte no estímulo econômico nos EUA já este mês
"O mercado não sabe se vamos ter uma retomada global de níveis de produção, crescimento da economia real, ao patamar pré-crise, ou se ficamos dependentes dos estímulos e, quando eles forem cortados, entraremos em recessão a nível mundial. A Bolsa brasileira tem refletido exatamente essa dúvida, por isso não tem andado nos últimos meses", diz Leandro Ruschel, diretor da consultoria Leandro & Stormer