Siga a movimentação do mercado financeiro, análises de especialistas e os principais destaques econômicos que podem influenciar seus investimentos
Um dia após sua estreia no Ibovespa, ação da Anhanguera fecha em queda de 6,42%, a R$ 13,40, e lidera as perdas do índice no dia; analistas dizem que movimento foi recuperação da alta de 3,39% registrada ontem
Após subirem 33,3% ontem, ações da OGX --petroleira de Eike Batista-- fecham o dia com ganho de 5%, o maior entre as 73 ações do Ibovespa, a R$ 0,42; analistas dizem que o movimento ainda é correção em relação à forte perda de 40% registrada na última sexta-feira (30)
Em meio a temores com um possível conflito dos EUA contra a Síria e com os investidores embolsando lucros após a forte alta de 3,65% ontem, o principal índice de ações da Bolsa brasileira, o Ibovespa, fechou esta terça-feira em queda de 0,4%, a 51.625 pontos
Mesmo após intervenção do BC, dólar à vista --referência no mercado financeiro-- fecha em alta de 0,68% em relação ao real, cotado em R$ 2,383 na venda; já o dólar comercial --utilizado no comércio exterior-- encerra em queda de 0,54%, a R$ 2,360, influenciado por uma operação pontual, segundo operadores
"Os leilões do Banco Central têm ajudado a controlar um pouco o câmbio. Acredito que o dólar deve ficar entre R$ 2,35 e R$ 2,40. Pode ser que ultrapasse, de vez em quando, os R$ 2,40, mas não deve fugir muito disso", diz Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora
"O que influenciou na queda do dólar comercial pela tarde foi uma operação pontual, como uma compra de alguma empresa nacional ou algo do tipo. Como a entrada de dólares que vimos hoje foi 'pesada', provavelmente é um dinheiro que vai ficar no país, não vai sair da noite para o dia", diz Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora
"O dólar comercial começou o dia em alta e depois virou. Sintoma clássico de muito dólar e pouco comprador. Não estamos sentindo um volume de mercado que dê suporte a grandes entradas. Uma entrada mais pesada, talvez aproveitando ações baratas ou o aumento nos juros no Brasil, já consegue afetar a tendência da cotação", diz Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora
Ações mais negociadas da Petrobras têm queda de 1,06%, a R$ 16,76, e influenciam na queda do Ibovespa
"Os EUA estão passando por uma série de questões que envolvem orçamento, como um possível corte nos estímulos econômicos e o aumento do teto da dívida. Uma guerra envolve custos altos e, portanto, não seria um bom momento para isso", diz Carlos Müller, analista-chefe da Geral Investimentos
"O possível conflito na Síria é um fator de risco forte. Se acontecer uma guerra prolongada, o efeito sobre os mercados será muito negativo, considerando que as finanças dos EUA não estão lá essas coisas", diz Carlos Müller, analista-chefe da Geral Investimentos