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Siga a movimentação do mercado financeiro, análises de especialistas e os principais destaques econômicos que podem influenciar seus investimentos

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  • 18h09  

    "Janet Yellen [presidente do banco central americano] está mostrando que o Fed não será tímido, e que tomará medidas agressivas quando necessário. Os yields [rendimentos] dos títulos públicos americanos subiram e as Bolsas caíram nos EUA, o que indica que o mercado pode estar se ajustando à possibilidade de um aumento nos juros antes do previsto. Mesmo assim, isso deve acontecer apenas em 2015", diz Nicola Tingas, economista-chefe Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento)

  • 18h01  

    "Foi a primeira reunião da Janet Yellen como presidente do Fed. Ao desvincular o desemprego de 6,5% ao aumento dos juros, Yellen está dando um recado ao mercado. Ela deixou a porta aberta para uma possível elevação da taxa antes do previsto. Ela está ajustando sua comunicação. O importante é salientar que ela continua garantindo um corte gradual no estímulo e, quando começar a subir os juros, esse aumento também será gradual", diz Nicola Tingas, economista-chefe Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento)

  • 16h44  

    A gigante de bebidas Ambev avalia que não está exposta a problema da falta de água no curto prazo em função de alternativas de captação com as quais conta no Brasil; a companhia afirmou ainda nesta quarta-feira (19) que os baixos níveis de água do sistema Cantareira, em São Paulo, não afetaram sua produção até o momento; segundo o diretor de relações institucionais da Ambev, Ricardo Rolim, a companhia faz três medições diárias das operações em suas 44 fábricas, gerindo a eficiência das unidades de modo que a produção de uma possa compensar a de outra em uma eventual necessidade

  • 16h43  

    Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,29%, para 20.976 pontos; em Madri, o índice Ibex-35 avançou 0,42%, para 10.093 pontos; em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em queda de 0,05%, para 7.512 pontos

  • 16h42  

    Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 0,49%, a 6.573 pontos; em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,37%, para 9.277 pontos; em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,12%, para 4.308 pontos

  • 16h41  

    As ações europeias fecharam praticamente estáveis nesta quarta-feira, mas a bolsa italiana recuou com forte volume de negociações após o primeiro-ministro Matteo Renzi afirmar que o limite de déficit orçamentário de 3% da União Europeia está ultrapassado; o índice FTSEurofirst 300, que reúne os principais papéis do continente, teve oscilação negativa de 0,07%, para 1.305 pontos

  • 16h40  

    A presidente Dilma Rousseff evitou nesta quarta-feira (19) responder a perguntas sobre seu aval à compra pela Petrobras de uma refinaria em Pasadena, nos EUA; em nota, a Presidência afirmou que se baseou em um parecer técnico falho; Leia mais

  • 16h28  

    O Fed (Banco Central dos EUA) não vai mais atrelar o aumento da taxa de juros à queda no desemprego. No encontro do comitê de política monetária do banco (Fomc), que terminou nesta quarta-feira, ficou definido que o Fed avaliará uma grande variedade de dados antes de elevar os juros -hoje próximos de zero; a orientação inicial era de as taxas seriam mantidas enquanto o desemprego não estivesse abaixo de 6,5%. Em janeiro, a taxa chegou a 6,6% –muito perto do limite estabelecido; Leia mais

  • 14h59  

    O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse nesta quarta-feira (19) que a energia elétrica faz parte de um mercado regulado e que seu preço não pode oscilar de acordo com as situações climáticas; "A energia não pode ser tomate", disse; a explicação do secretário está relacionada com os futuros repasses e aumento das tarifas do consumidor, no ano que vem, que devem refletir o aumento de custo que as distribuidoras estão tendo este ano com a compra da energia; Leia mais

  • 13h27  

    O fluxo cambial no Brasil, entrada e saída de moeda estrangeira no país, ficou positivo em US$ 3,016 bilhões neste mês até o dia 14, graças ao superavit da conta financeira no período, informou o Banco Central nesta quarta-feira (19); o valor já que supera os saldos fechados mensais desde maio do ano passado, quando o Brasil recebeu US$ 10,755 bilhões; na semana passada, as entradas líquidas somaram US$ 313 milhões

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