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Siga a movimentação do mercado financeiro, análises de especialistas e os principais destaques econômicos que podem influenciar seus investimentos

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  • 18h48  

    Depois de sete dias em baixa, o dólar voltou a ganhar força em relação ao real nesta quarta-feira, em meio a intervenções não convencionais do Banco Central; o dólar à vista, referência no mercado financeiro, teve alta de 0,42%, a R$ 2,312 na venda; já o dólar comercial, usado no comércio exterior, avançou 0,08%, para R$ 2,308; Leia mais

  • 18h48  

    Na ponta positiva do Ibovespa, ganharam destaque os papéis da TIM Participações, que subiram 4,01%; segundo analistas, pode ter havido migração de investimentos da Oi para TIM entre os aplicadores que querem manter posições no setor de telecomunicações; Leia mais

  • 18h47  

    O setor bancário também teve influência na Bolsa brasileira hoje. As ações dos bancos fecharam em alta, apesar de terem reduzido os ganhos durante a tarde, quando o Ibovespa, afetado pelos EUA, também perdeu força; as ações do Itaú Unibanco fecharam esta quarta-feira em alta de 0,86%, enquanto Bradesco subiu 2,22% e Santander teve valorização de 2,23%; já os papéis do Banco do Brasil avançaram 1,30% no dia; Leia mais

  • 18h46  

    O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quarta-feira (26) em queda de 0,45%, aos 47.965 pontos, encerrando uma sequência de sete altas; as ações da Oi lideraram as perdas do Ibovespa no dia, com baixa de 11,14%; o movimento reflete a decisão da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de permitir que os controladores da companhia participem de assembleia sobre a fusão com a Portugal Telecom; Leia mais

  • 17h51  

    "A alta dos bancos deve-se principalmente à reunião que a presidente Dilma Rousseff teve ontem com os principais bancos. Ela parecia estar mais disposta a ouvir o setor, que sofreu nos últimos anos com uma interferência do governo, como para uma redução do spread (diferença entre o juro cobrado nos empréstimos e o pago aos clientes que investem), por exemplo", diz João Pedro Brügger, analista da consultoria Leme Investimentos

  • 17h49  

    "Lá fora, o mercado girou na parte da tarde após o discurso do presidente Barack Obama [dos EUA] sobre a Crimeia e a tensão política com a Rússia. Isso contribuiu para a queda da Bolsa brasileira. Além disso, houve a questão do ajuste técnico, após fortes altas que tivemos nos últimos dias", diz João Pedro Brügger, analista da consultoria Leme Investimentos

  • 17h42  

    "O corte nos ratings dos bancos pela Standard & Poor's já era esperado. Era sabido que quando a agência abaixasse a nota do governo, também iria reduzir a avaliação das empresas de setores mais expostos a ele. No geral, não tem impacto e não deve afetar a capacidade deles de tomar recursos", diz João Pedro Brügger, analista da consultoria Leme Investimentos

  • 17h33  

    "Em relação ao corte nos ratings das instituições financeiras pela Standard & Poor's, o mercado avalia como algo natural após o país ter perdido um degrau em sua avaliação. O mais importante é que, assim como o Brasil, essas empresas continuam com grau de investimento, ou seja, são considerados bons 'ativos' para aplicar. Isso motivou o alta dos papéis nesta quarta-feira", diz Elad Revi, analista-chefe da Spinelli Corretora

  • 17h29  

    "O julgamento da correção das poupanças é algo que os bancos têm que se preparar para arcar com uma possível decisão desfavorável. Eles precisam de um prazo para poder montar uma estratégia para se provisionar. Ainda há muitas dúvidas sobre o assunto e quanto mais demora para o julgamento acontecer, mais perdido o mercado fica. Isso não é bom. Por isso, os bancos reduziram as altas no período da tarde", diz Elad Revi, analista-chefe da Spinelli Corretora

  • 17h26  

    "Um dos motivos da queda da Bolsa hoje foi a sequência de sete altas do Ibovespa [principal índice da Bolsa brasileira], que abriu espaço para os investidores embolsarem lucros. Além disso, o mercado nacional sofreu influencia dos EUA, onde as Bolsas caíram. Em terceiro lugar, podemos dizer que os bancos também colaboraram para o desempenho da Bovespa. Essas ações subiram bastante no início do dia, mas perderam força após o STJ [Superior Tribunal de Justiça] ter adiado pela 3ª vez o julgamento das poupanças", diz Elad Revi, analista-chefe da Spinelli Corretora

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