Siga a movimentação do mercado financeiro, análises de especialistas e os principais destaques econômicos que podem influenciar seus investimentos
Alguns papéis, segundo analistas, são mais sensíveis aos juros, já que o aumento da Selic restringe a oferta de crédito no país, o que pode afetar as vendas das construtoras e das empresas do setor de consumo; Leia mais
As ações de construtoras também ajudaram a derrubar a Bolsa brasileira, após o Banco Central do Brasil ter elevado, ontem, a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, para 11% ao ano; Leia mais
Com a queda de hoje, o Ibovespa voltou a ter desempenho negativo em 2014, de 0,19%; os papéis de bancos, que representam mais de 17% do Ibovespa, fecharam a quinta-feira no vermelho; Banco do Brasil cedeu 1,56%, enquanto Bradesco e Santander tiveram perdas de 0,53% e 1,24%; o Itaú Unibanco viu suas ações caírem 1,16%; Leia mais
"Alguns setores subiram bastante nas duas últimas semanas, como o bancário, levando a Bolsa a ficar com desempenho positivo pela primeira vez no acumulado do ano, no pregão de ontem. Esse aumento vai ser corrigido nos próximos dias, uma vez que os fundamentos econômicos não foram alterados", diz João Pedro Brügger, analista da consultoria Leme Investimentos; Leia mais
Após terem disparado ontem com perspectiva de piora da presidente Dilma Rousseff em próxima pesquisa eleitoral, as ações mais negociadas da Petrobras (preferenciais) encerraram o dia em queda de 1,08%; já os papéis ordinários da estatal (com direito a voto) cederam 0,50%; Leia mais
"O mercado brasileiro aproveitou a baixa das Bolsas nos EUA para realizar lucros, após os fortes ganhos recentes do Ibovespa", diz João Pedro Brügger, analista da consultoria Leme Investimentos; Leia mais
Com os investidores aproveitando o dia para embolsar lucros, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (3) em queda de 0,57%, a 51.408 pontos; Leia mais
O contrato para maio do Brent (barril de petróleo negociado na Bolsa de Londres) subiu US$ 1,36, fechando a US$ 106,15 o barril, após uma máxima de US$ 106,32 no dia; o contrato para maio do petróleo nos EUA subiu US$ 0,67 por barril, a US$ 100,29
Os contratos futuros do petróleo Brent ganharam mais de US$ 1 o barril na quinta-feira, ampliando o seu prêmio ante a commodity nos EUA, com dúvidas persistentes sobre um acordo para reabrir os portos líbios; além disso, a intensificação da tensão entre Rússia e Ucrânia deu suporte ao mercado
Aliados da presidente Dilma Rousseff formalizaram nesta quinta-feira (3) pedido para a criação de mais uma CPI da Petrobras no Congresso, com deputados e senadores; Leia mais