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A Folha encerra por hoje sua cobertura ao vivo do mercado financeiro. Até segunda-feira!
A moeda americana à vista, referência para as negociações no mercado financeiro, fehcou a R$ 2,211 na venda, com valorização de 0,94%. Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, teve alta de 0,077% a R$ 2,221
O Ibovespa fechou em alta de 1,45%, a 51.868 pontos.
Com alta de mais de 1% nesta sexta-feira, impulsionado pela alta de quase 3% da ação preferencial da Petrobras nesta sessão e com entrada de investidores estrangeiros, o principal índice da Bovespa conseguiu fechar a quarta semana seguida no azul.
As ações norte-americanas recuavam nesta sexta-feira, num pregão volátil após resultados decepcionantes do JPMorgan e com as ações de biotecnologia reduzindo a recuperação vista mais cedo.
Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,07%, para 21.198 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 retrocedeu 1,26%, para 10.205 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em queda de 1,26%, para 7.334 pontos.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em queda de 1,21%, a 6.561 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,47%, para 9.315 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,08%, para 4.365 pontos.
As ações europeias despencaram nesta sexta-feira, ampliando o recuo na semana e refletindo a venda generalizada em Wall Street, liderada por papéis de tecnologia e biotecnologia e alimentada por preocupações de que algumas ações estão supervalorizadas.
A Bovespa se recuperava das perdas iniciais do dia e passava a avançar no início da tarde desta sexta-feira, puxada por bancos e Petrobras e repetindo o movimento apresentado no último pregão, conforme o fluxo de recursos estrangeiros no mês continuava positivo. Às 13h45 o índice operava em alta de 0,29%, a 51.275 pontos
As ações europeias fecharam em queda nesta sexta-feira, espelhando o movimento de vendas generalizadas que afetou Wall Street e tem sido liderado por papéis de biotecnologia e tecnologia