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Siga a movimentação do mercado financeiro, análises de especialistas e os principais destaques econômicos que podem influenciar seus investimentos

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  • 17h52  

    As votações podem afetar o ajuste fiscal promovido pelo governo na tentativa de melhorar suas contas já neste ano. "Existe uma ansiedade muito grande em relação ao que pode acontecer com o FGTS. Se o resultado for prejudicial ao ajuste fiscal, o mercado não deve reagir bem", afirma Raphael Figueredo, da Clear Corretora

  • 17h52  

    O dia foi de alívio no campo político, com os investidores aguardando votações importantes para o ajuste fiscal promovido pelo governo. O presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que espera votar o projeto de desoneração ainda nesta terça-feira. Na Câmara, o presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) admitiu que pode adiar a apreciação do projeto que pode reajustar a remuneração do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)

  • 17h51  

    "Só essa notícia já traz um alívio muito forte", avalia Raphael Figueredo, analista da Clear Corretora. "As ações de bancos caíram muito na última semana, ficando baratas. Houve um movimento claro de efeito manada, com compra atrás de compra antes de o investidor descobrir o motivo para a alta do papel." As ações do Itaú Unibanco fecharam em alta de 1,67%, para R$ 26,83. Os papéis preferenciais do Bradesco avançaram 1,89%, para R$ 24,26, e os ordinários subiram 2,29%, para R$ 25,51. O Banco do Brasil teve valorização de 3,37%, para R$ 19,62, e o Santander Brasil subiu 2,37%, para R$ 14,66

  • 17h51  

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) havia acolhido parcialmente emenda do deputado Walter Pinheiro (PT-BA) que propunha que o benefício fiscal do mecanismo de juros sobre capital próprio, usado para remunerar acionistas, fosse eliminado de forma gradual até dezembro de 2017. No entanto, em documento disponibilizado no site do Senado, Gleisi afirmou "não haver convergência imediata" para debater, em projetos de lei, matérias que tratam de JCP

  • 17h51  

    Os papéis de bancos, que respondem por cerca de 24% do Ibovespa, se recuperaram nesta sessão e impulsionaram o Ibovespa. As ações foram impulsionadas por informações de que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) retiraria proposta de fim gradual do benefício fiscal para empresas por meio da distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) —o que acabou se concretizando

  • 17h22  

    Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro, fechou em alta de 0,49%, para 47.450 pontos. Durante a sessão, o índice chegou a atingir a mínima em um ano e cinco meses afetado por turbulências na China, mas se recuperou com a ajuda de bancos

  • 17h05  

    O dólar fechou em baixa em relação ao real nesta terça-feira, beneficiado pela melhora no cenário político. Os investidores ficaram atentos a votações no Congresso de medidas importantes para o ajuste fiscal. O dólar à vista, referência no mercado financeiro, teve desvalorização de 0,51%, para R$ 3,460. O dólar comercial, usado em transações no comércio exterior, fechou em baixa de 0,48%, para R$ 3,466

  • 16h50  

    No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego do país no trimestre encerrado em maio fechou em 8,1%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na segunda colocação está a falta de controle financeiro. Este quesito, porém, registrou queda neste ano, sendo a resposta de 21% dos entrevistados ante 33% em 2014 Leia mais

  • 16h49  

    A alta do desemprego, como consequência da crise econômica que atinge o país, se tornou o principal motivo das famílias brasileiras não conseguirem quitar suas dívidas. A conclusão é de uma pesquisa divulgada pela SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) nesta terça-feira (18). Para 33% dos brasileiros endividados, a perda do emprego se tornou a principal razão para a inadimplência. No ano passado, o percentual era de 24% Leia mais

  • 16h40  

    Os preços do petróleo operam sem sinal definido nesta terça-feira, com os preços futuros nos Estados Unidos encerrando em alta de quase 2% após a divulgação de dados econômicos positivos e com apostas em estoques menores nos EUA, o maior consumidor mundial. O barril do WTI, dos EUA, tem alta de 1,22%, para US$ 42,38. O barril do Brent, negociado em Londres, tem queda de 0,37%, para US$ 48,56

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